O engenheiro Rodrigo Paiva fala sobre a pré-candidatura dele ao Senado. Ele explica quais são os planos eleitorais do partido Novo e quais estratégias a legenda pretende adotar durante o processo eleitoral. Paiva apresenta as principais bandeiras do Novo e faz uma defesa do liberalismo na área econômica. Ele defende que o Estado deve privilegiar esforços nas áreas de saúde, educação e segurança e deixar outras iniciativas para o setor privado. Rodrigo defende a privatização de estatais como Correios e Cemig e afirma que o partido está aberto para alianças com legendas que se enquadrem nos ideais do Novo, entre eles, o de não usar recursos público para financiar campanhas. O pré-candidato fala sobre o papel do empresariado na Lava Jato e diz como o partido pretende entrar na disputa eleitoral, considerando o cenário de crise política e de descrença do eleitorado. Leia mais
22:38Um fundo público para custear as campanhas e a possibilidade de arrecadar dinheiro por meio de vaquinhas virtuais. Essas são as principais novidades para o financiamento eleitoral neste ano. Em mais uma reportagem especial sobre as eleições 2018, nossa equipe conversou com especialistas que avaliaram as mudanças. Leia mais
03:33Na era digital, a distinção entre informações falsas e verdadeiras torna-se, muitas vezes, confusa. A imprensa tradicional, os veículos alternativos e os cidadãos compartilham o ambiente midiático com notícias sem fonte, perfis falsos e robôs que simulam ações humanas e interações. Como o jornalismo tem se comportado nesse contexto? Ele vive hoje uma crise de credibilidade? Leia mais
30:57O deputado Alencar da Silveira Jr. avalia as articulações eleitorais do PDT mineiro. O parlamentar afirma que o partido deve permanecer na oposição ao governador Fernando Pimentel e diz que a legenda não deve se aliar com o PT em nível nacional. Ele analisa os nomes dos três principais pré-candidatos oposicionistas ao Palácio da Liberdade e afirma que aliança será feita de forma a viabilizar um importante palanque para o pré-candidato à Presidência do partido Ciro Gomes. Alencar analisa o sistema político atual e defende uma reforma do sistema político. Leia mais
21:45O jornalista e colunista político Carlos Lindenberg analisa o cenário político estadual. Ele analisa as motivações e os impactos da aceitação do processo de impeachment do governador Fernando Pimentel pela Assembleia. Lindenberg também comenta a reunião do PMDB mineiro que defendeu a candidatura própria do partido ao Governo de Minas. O jornalista analisa a possibilidade de manutenção da aliança entre PT e PMDB e comenta as chances eleitorais dos principais pré-candidatos de oposição. Leia mais
23:06Este é o primeiro programa de uma série especial, produzida pela TV Assembleia, para a Cobertura das Eleições 2018 com foco nos Direitos Civis, tendo em vista os 30 anos da Constituição Federal do Brasil. Neste primeiro programa da série especial das Eleições 2018, o Geração conversou com os ativistas culturais Kdu dos Anjos, fundador do Centro Cultural Lá da Favelinha e a grafiteira Criola. Além de ter contado com a participação da cantora e compositora Teffy Angel, que acaba de lançar o clip de sua música Swing Envolvente. A discussão e reflexão passaram pelas formas e sentidos das diferentes manifestações político-culturais da juventude, com ênfase nos setores mais periféricos da população. E na plateia, jovens da Escola Municipal Itamar Franco, de Belo Horizonte, junto com Rafael Morais, do Movimento de Luta dos Bairros, Vilas e Favelas, falaram da falta de oportunidades culturais, da busca por alternativas em ações como os Rolezinhos. “A gente se sente constrangido de ir em alguns lugares. Ir nestes espaços, como ver o filme Pantera Negra, é um direito nosso”, comentaram. Exibições - O Geração vai ao ar sábados, às 19h. E tem reprises: domingos, às 12h30. E também segundas, 13h. Leia mais
10:13"Meu corpo é político", comentou a grafiteira Tainá Lima, mais conhecida como Criola. Ela mineira, de Belo Horizonte, formada em design de moda na UFMG e hoje vive do Grafite. "Minha arte é feita em honra aos que vieram antes de mim e foram privados de liberdade", comenta. Menina da comunidade do Morro São Lucas, estudou em uma unidade da rede particular, graças a uma bolsa. Lá sofreu constrangimentos, escutou provocações enviesadas, como "vá pentear seu cabelo", "seu cabelo é ruim", mas seguiu em frente. Adolescente entrou para o movimento hip hop. E para ela, "a cultura surge como ativadora de processos emergentes na disputa por direitos civis, políticos, sociais, econômicos e ambientais". Durante o programa, o entrevistado Kdu dos Anjos, nascido no Bairro Santa Efigênia, conta que se mudou para a Vila Cafezal, aos seis anos. "Comecei a cantar rap com 14 em Oficinas lá na comunidade", recorda o artista, cuja estreia ocorreu em uma igreja batista. Filho de pai taxista e mãe confeiteira, Kdu é um misto de empreendedor, funkeiro, dançarino, compositor, ator, costureiro, mas, acima de um tudo, um ativista cultural nato. Criador dos projetos sociais Fica Vivo e Jovens Com Uma Missão (Jocum), Kdu também é membro do grupo teatral Giramundo. E criador do projeto Là da Favelinha. "A capital mineira abriga o 2º maior conjunto de aglomerados e favelas da América Latina, o Aglomerado da Serra, na região Centro-Sul de Belo Horizonte. É lá que nasceu o Centro Cultural Lá da Favelinha. Um espaço que atua na transformação desse cenário. "Sempre que alguém da área pergunta de onde você é, a gente acostumou a dizer `lá da favelinha´. É uma identificação, todo mundo conhece e isso deu nome e vida ao centro cultural. O mais importante aqui é o sentimento de pertencimento, de poder fazer", desembola Kdu. Para Kdu dos Anjos, "a ótica do ativista cultural não é a de seu sucesso pessoal. Impõe-se o coletivismo, o solidarismo, ou seja, tudo aquilo que venha a funcionar, como fomentador do processo de caldeamento cultural. E a regra é "pegar e fazer!". Leia mais
11:00Neste último bloco, os entrevistados discutem o papel do ativismo cultural nos vazios de políticas públicas vividos nas comunidades periféricas, vilas e favelas. Kdu diz que trabalha para dar autoestima à comunidade e para que a cidade possa conhecer a periferia. Na platéia, jovens da região do Barreiro, em BH, contam que querem um espaço para discutir política e ações para a juventude da periferia. "Por isso criamos o projeto Minha Quebrada, que conta com a ajuda da Associação Metropolitana dos Estudantes Secundaristas da Grande BH (AMES-BH) e do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB). A maioria dos meninos do projeto mora em ocupações e está preocupada com assuntos que atingem a juventude, como a evasão escolar, a violência, o tráfico, a falta de lazer… e também em agir pra conseguir a reconstrução da Biblioteca, de uma webrádio, etc. A última atividade que estes jovens participaram foi um rolezinho no cinema para ver o filme Pantera Negra", conta Rafael Morais (MLB). O programa contou ainda com uma palinha da cantora Teffy Angel. Ela tem 22 anos, participa do Centro Cultural Lá da Favelinha, do grupo Mcs da Favelinha e também como modelo do Favelinha Fashion Week. "Sempre gostei de música. Aos 14 anos procurei apoio e comecei a fazer apresentações. Há dois anos, comecei a investir mais sério no projeto Lá da Favelinha, com o Kdu. E hoje tô orgulhosa porque tenho composições próprias e até um clipe lançado na web. Isso é fazer política". Grafite Nos anos 1970, em Nova York, nos EUA, alguns jovens começaram a marcar a cidade. Com o tempo, os traços evoluíram com técnicas e desenhos mais elaborados. Para muitos, trata-se de dar voz às ruas. No Brasil, o grafite surgiu em São Paulo, no final da década de 1970. O estilo brasileiro é reconhecido entre os melhores do mundo. O grafite está ligado diretamente a vários movimentos, em especial ao hip-hop. É Cultura. É superação. Tá no Geração! Leia mais
09:50A campanha nas ruas, no rádio e na televisão terá menos tempo, neste ano. Vai ser a primeira eleição geral sob essa regra. Em mais uma reportagem especial da nossa cobertura eleitoral, especialistas analisam os impactos dessa mudança. Leia mais
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