O professor do Instituto de Ciências Exatas da UFMG (ICEx) lidera uma força-tarefa com profissionais de várias áreas para estudar a dinâmica da epidemia e desenvolver métodos de acompanhamento e projeção da infecção. Com o modelo desenvolvido, o grupo concluiu que uma amostragem (testes) de 10% dos casos permite estimar o número real de infectados com 90% de confiabilidade.
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