Durante audiência na CPI dos Fura-Filas da Vacinação, o ex-assessor-chefe de Comunicação da Secretaria de Saúde, Everton de Souza, disse que não foi vacinado e que não participou da escolha de servidores que seriam imunizados. Mas não conseguiu explicar orientações que ele mesmo passou a 15 funcionários subalternos - dois deles em regime de teletrabalho - que receberam a vacina. Em um dos áudios, ele sugeria a alteração de uma minuta do documento enviado ao Ministério Público de Minas Gerais. Em outro, instruía os subordinados a como tentar justificar a vacinação que aconteceu antes da de profissionais da linha de frente no combate à Covid-19.
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